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Você não sente o que pensa que sente!

A Desconstrução das Emoções: O que a Ciência de Ponta Revela sobre como Sentimos e Decidimos

 

A maioria das palestras sobre emoções ainda reproduz um modelo simplificado e ultrapassado: o de que as emoções são fenômenos universais, "instintos" previsíveis que apenas disparam em nosso cérebro.

 

O problema é que a ciência contemporânea já provou que isso não é verdade.

Nas minhas palestras, convido o público a abandonar o senso comum para entender a Teoria Construcionista das Emoçôes. Com base na integração entre neurociência, psicologia e sociologia, apresento como o cérebro realmente funciona: ele não "reage" ao mundo, ele o prevê. As emoções não são universais; elas são aprendidas, construídas e profundamente influenciadas pelo nosso contexto e cultura.

Por que levar esta perspectiva para sua empresa ou evento?

Para instituições e eventos corporativos, sair do superficial significa oferecer uma vantagem estratégica. Quando entendemos que as emoções são construídas, ganhamos as rédeas da nossa agência emocional. Isso impacta diretamente o pensamento crítico, a tomada de decisão sob pressão e a dinâmica de liderança.

O que entrego no palco:

Minha abordagem é estruturada para provocar reflexão e oferecer aplicação prática imediata. Como criadora da primeira Escala de Afeto do Português Brasileiro (EAPB) e pesquisadora do laboratório LINDAS (UFABC), trago dados reais e validados para fundamentar cada insight.

Resultados práticos para os participantes:

  • Atualização de modelo mental:
    Abandono de explicações simplistas sobre emoções e adoção de uma visão mais precisa, alinhada com a ciência contemporânea — o que reduz interpretações equivocadas no dia a dia.

  • Leitura emocional mais precisa:
    Desenvolvimento da capacidade de interpretar estados emocionais (próprios e dos outros) considerando contexto, histórico e variáveis reais — não apenas expressões superficiais.

  • Tomada de decisão sob pressão:
    Compreensão de como o estado afetivo influencia julgamentos e escolhas, permitindo decisões mais conscientes, menos reativas e mais estratégicas.

  • Regulação emocional aplicada:
    Ampliação do repertório para lidar com emoções de forma funcional, substituindo a ideia de “controle” por estratégias mais eficazes de manejo emocional.

  • Redução de conflitos interpessoais:
    Melhora na comunicação ao entender que cada pessoa constrói o significado emocional de forma distinta, reduzindo ruídos, julgamentos e interpretações distorcidas.

  • Pensamento crítico ampliado:
    Capacidade de questionar respostas automáticas e desenvolver maior clareza na interpretação de situações complexas.

  • Liderança mais consciente (para contextos corporativos):
    Desenvolvimento de uma visão mais realista sobre comportamento humano, facilitando a gestão de equipes, tomada de decisões e condução de situações desafiadoras.

Rever conceitos e expandir o nosso conhecimento emocional não é apenas um diferencial; é uma necessidade urgente para quem busca alta performance e saúde mental em um mundo complexo.

Proporcione ao seu público uma experiência que une rigor acadêmico e impacto humano.

Contato

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2026. Elaine Nabeth
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