
Dra. Elaine Nabeth
Psicóloga - Mestre e doutoranda em Neurociência e Cognição

Você não sente o que pensa que sente!
A Desconstrução das Emoções: O que a Ciência de Ponta Revela sobre como Sentimos e Decidimos
A maioria das palestras sobre emoções ainda reproduz um modelo simplificado e ultrapassado: o de que as emoções são fenômenos universais, "instintos" previsíveis que apenas disparam em nosso cérebro.
O problema é que a ciência contemporânea já provou que isso não é verdade.
Nas minhas palestras, convido o público a abandonar o senso comum para entender a Teoria Construcionista das Emoçôes. Com base na integração entre neurociência, psicologia e sociologia, apresento como o cérebro realmente funciona: ele não "reage" ao mundo, ele o prevê. As emoções não são universais; elas são aprendidas, construídas e profundamente influenciadas pelo nosso contexto e cultura.
Por que levar esta perspectiva para sua empresa ou evento?
Para instituições e eventos corporativos, sair do superficial significa oferecer uma vantagem estratégica. Quando entendemos que as emoções são construídas, ganhamos as rédeas da nossa agência emocional. Isso impacta diretamente o pensamento crítico, a tomada de decisão sob pressão e a dinâmica de liderança.
O que entrego no palco:
Minha abordagem é estruturada para provocar reflexão e oferecer aplicação prática imediata. Como criadora da primeira Escala de Afeto do Português Brasileiro (EAPB) e pesquisadora do laboratório LINDAS (UFABC), trago dados reais e validados para fundamentar cada insight.
Resultados práticos para os participantes:
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Atualização de modelo mental:
Abandono de explicações simplistas sobre emoções e adoção de uma visão mais precisa, alinhada com a ciência contemporânea — o que reduz interpretações equivocadas no dia a dia. -
Leitura emocional mais precisa:
Desenvolvimento da capacidade de interpretar estados emocionais (próprios e dos outros) considerando contexto, histórico e variáveis reais — não apenas expressões superficiais. -
Tomada de decisão sob pressão:
Compreensão de como o estado afetivo influencia julgamentos e escolhas, permitindo decisões mais conscientes, menos reativas e mais estratégicas. -
Regulação emocional aplicada:
Ampliação do repertório para lidar com emoções de forma funcional, substituindo a ideia de “controle” por estratégias mais eficazes de manejo emocional. -
Redução de conflitos interpessoais:
Melhora na comunicação ao entender que cada pessoa constrói o significado emocional de forma distinta, reduzindo ruídos, julgamentos e interpretações distorcidas. -
Pensamento crítico ampliado:
Capacidade de questionar respostas automáticas e desenvolver maior clareza na interpretação de situações complexas. -
Liderança mais consciente (para contextos corporativos):
Desenvolvimento de uma visão mais realista sobre comportamento humano, facilitando a gestão de equipes, tomada de decisões e condução de situações desafiadoras.
Rever conceitos e expandir o nosso conhecimento emocional não é apenas um diferencial; é uma necessidade urgente para quem busca alta performance e saúde mental em um mundo complexo.
Proporcione ao seu público uma experiência que une rigor acadêmico e impacto humano.
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